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AMBIGUIDADES

Dificilmente você vai me ver militando por uma causa, já vivi o suficiente para perceber que quando falamos de mundo, seres humanos e sistemas, sei bem que  a maioria deles e de suas causas são problemáticas e ambíguas.

Um homem pode ser bom, mas nunca o suficiente, por mais que ele seja honesto e solidário, por ser um humano, falho e pecador, sempre haverá o outro lado, uma maldade escondida, uma atitude fora do padrão.

O mesmo eu digo dos sistemas políticos, por mais que surja um modelo perfeito e revolucionário, sempre haverá o outro lado. Quem não olha o mundo desta maneira, está fadado a uma opinião simplista, quando não é uma opinião cega, destituída da reflexão e extrema. Eu tenho medo de certezas justo por conta das ambiguidades e por constatar que uma boa parte dos que têm certezas são extremos, alheios ao diálogo. Não adianta, é difícil ter certeza por ser impossível termos uma opinião destituída de falhas. Edgar Morin e Patrick Viveret, no livro “Como viver em tempos de crise” resumem:

“Para entender o que acontece e o que vai acontecer no mundo, é preciso ser sensível à ambiguidade” (MORIN, VIVERET, p. 9)

O mundo é realmente complexo para o definirmos de forma coerente e sem medo, as pessoas, inclusive eu, são um tanto quanto alienadas, para terem certezas realmente assertivas, olhando o todo, avaliando por todas as direções e nuances.

As vezes achamos que estamos olhando o todo, mas não percebemos que existe um outro lado. Tem dias que deixamos as emoções nos guiarem sem nos atentarmos. Há períodos no qual não percebemos nossas injustiças às vezes até feitas em nome da justiça. O ser humano é ambíguo, um misto de bondade e maldade. Edgar Morin e Patrick Viveret complementam mais um pouco o tema, falando agora do pensador Pascal:

“Pascal tinha o senso da ambiguidade para ele, o ser humano traz em si o melhor e o pior” (MORIN, VIVERET, p. 10)

Somos este misto de melhor e de pior, podemos ser bons, mas por conta do pecado, a nossa bondade vai ser sempre contaminada, meio que misturada com o pecado.

Com isso em mente eu tento avaliar o mundo, tenho sempre um pé atrás com homens que se dizem salvadores e não confio em sistemas infalíveis, pois não existem. Com isso em mente eu também tomo cuidado com os meus impulsos, pois sei que por mais que eu tenha boa intenção, eu posso estar indo no caminho da injustiça. As vezes podemos achar que estamos olhando o todo, avaliando uma questão por todos os ângulos, sem perceber nossas contradições, sem ver que no fim nem estamos vendo a questão direito. Esteja certo de uma coisa, você não pode ter uma plena certeza, é impossível fecharmos uma questão, você não pode se permitir ter pontos de vista fechados, inerrantes.

Depois de muito estudar e ler, depois de dedicar horas aos livros e pesquisas, aprendi o quanto sou limitado, descobri o quão perigoso é a certeza. Não é que não devemos confiar ou que precisamos ser céticos para o resto da vida, e sim, que devemos entender que podemos estar errado, nunca exclua está possibilidade.

Somos seres ambíguos, com o melhor e o pior em nós, com isso, tenha tento, aprenda a ter um pé atrás, pois nunca se sabe qual lado está gritando mais alto.

Se você não crê que pode estar errado, há uma possibilidade de você não estar atento as suas ambiguidades.

BIBLIOGRAFIA

MORIN, Edgar, VIVERET, Patrick, Como viver em tempos de crise? Editora Bertrand Brasil, Rio de janeiro, 2015.

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A FORÇA DA DISCIPLINA

Descobri o poder da disciplina ainda criança, quando eu quis aprender a tocar bateria, mas ninguém quis me ensinar. Quem perderia tempo com uma criança? Ninguém quis perder, entretanto preferi ao invés de lamentar, persistir. Na vida ou você luta ou se entrega, vai do ponto de vista e do preço que cada um prefere pagar.

Na minha inocência de inexperiente, comecei a ver os bateristas tocarem e a imitar o movimento, e com muito empenho aprendi, assim, sem auxílio algum.  É claro que depois vem muita gente ensinar, querendo ganhar os louros por ser professor de um jovem baterista, como eu nunca liguei, me aproveitei da boa vontade, mesmo que pouca, pois na maioria das vezes precisei correr atrás.

A música me ensinou a ter disciplina, a praticar sem desistir. Ninguém segura um amante, e como eu era um apaixonado pela música, consegui aprender, mesmo que pouco motivado.

Tudo vai de você achar o que mais gosta e sem demora traçar um plano, toda a disciplina começa com dedicação e muito tempo de empenho. Ou você aprende a se dedicar e a praticar muito ou você desiste ante o menor obstáculo, o hábito surge assim, com persistência e força. Aristóteles define o hábito usando uma citação do poeta e filósofo Eveno:

“O hábito, meu amigo, é tão somente uma longa prática. Que por fim faz-se natureza” (2001, p. 155)

Persista, jogue de lado o prazer de mergulhar na preguiça e inutilidade e mergulhe na prática, que aos poucos aquilo passa a fazer parte de você. A preguiça, o descaso, a falta de vontade é inerente ao ser humano, nós já temos de forma natural, não precisamos cultivar. Agora o estudo, a leitura, a prática isso temos que cultivar, ir contra nossos impulsos para que fique introjetado em nossa vida e é a única forma de sair do lugar.

Precisei também aprender a lidar com críticas, pois ninguém quis me ensinar a tocar, mas todos quiseram colocar algum defeito na forma que eu estava tocando. Foi importante ser inteligente e reter da crítica o que era bom, afinal, como eu disse, na maioria das vezes eu estive aprendendo sozinho, não tive ajuda, por isso, precisei das críticas, até das falas maldosas e invejosas, para assim tirar alguma lição. Ou você usa a cabeça ou segue batendo em tudo quanto é canto. Quando não temos um professor, precisamos usar os críticos, e eu usava, perguntava e tentava ouvir, nem sempre conseguia, pois alguns eram pedantes demais, mas quando conseguia eu aprendia.

Por fim, o mais óbvio que eu fazia era separar um tempo. Se você não aprende a parar para se dedicar, você não desenvolve. Ou paramos, nos concentramos, estudamos, ou seguimos sem nos desenvolver.

É um passo de cada vez, passos curtos, realistas, não é o tempo que conta, mas a qualidade do tempo separado. Não adianta você separar horas, mas não se concentrar no assunto, pouco tempo bem aproveitado é muito, que no mais, você automaticamente vai aumentando.

Estas lições que aprendi com a música, levei também para a vida acadêmica, o principio é o mesmo, o caminho do estudo é igual e com percalços parecidos. Quem trabalha e estuda sabe bem disso. Depois de um dia de trabalho você não quer ir estudar, o corpo prefere descansar e se jogar no vazio da inutilidade, se não persistimos nos entregamos.

A disciplina é uma força que precisa ser cultivada, principalmente se você quer ser relevante. Uma pessoa disciplinada consegue chegar lá, sejam quais forem as tribulações, por isso, não perca tempo e aprenda a ser disciplinado.

BIBLIOGRAFIA

Aristóteles, Ética a Nicômaco, Editora Martin Claret, São Paulo, 2001.

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OS TRÊS PILATES DA BOA DISCUSSÃO

Já ouvi de professores que debates são importantes, faz com que revisitemos a nossa opinião, que troquemos experiências e aprendamos mais. Mas o ponto principal do debate, segundo estes professores, é que é através do debate que conseguimos verificar se a nossa argumentação é boa ou se estamos errados.

Existem inúmeros problemas com esta forma de pensar, o principal deles é que nem sempre quem fala bem, tem bons argumentos, por isso podemos estar debatendo com pessoas que só sabem falar bem e tem como principal objetivo ganhar o debate. Este tipo de pessoa não acrescenta, não nos faz refletir em cima de nossa opinião, com isso, fico em dúvida se vale a pena entrar em uma empreitada destas ou não. Quem sabe se conhecermos a pessoa sim, caso contrário, é impossível termos certeza se tal momento é bom ou ruim, mas este ainda não é o principal motivo no qual ou não gosto muito de debates, meu motivo está em cima da falta do que eu chamo de “os três pilares do bom debate”. Geralmente eu só entro em discussão quando tenho certeza que estes pilares existem.

O primeiro pilar é a argumentação embasada. Está é a parte importante da conversa é a base do meu ponto de vista. Um bom acadêmico ou profissional forma sua opinião baseado em fatos, estudos, bibliografias, análises amplas, ele verifica os fatos de todos os ângulos e opiniões sólidas. Ele estuda, aprende e reflete sobre tudo, sendo que o resultado vai ser a boa opinião. Dependendo do assunto em uma conversa ou debate eu cito até alguns livros para embasar o meu pensamento. Gosto de ensinar e incentivar as pessoas a ler, com isso eu não consigo deixar de citar bons autores.

Se eu não entendo do assunto eu me calo, posso até dar as minhas percepções, mas não insisto em discutir e opto por ouvir. Se eu não sei, eu não sei, é perca de tempo falar do que não sabemos e se a pessoa sabe, o inteligente é ouvir e aprender, sendo que na dúvida, pesquiso depois.

O segundo pilar é o ouvinte. E esta é a parte que me faz entrar ou não em debates, sendo que este pilar tem várias variantes. Se você está conversando com alguém que não te ouve, você só estará jogando conversa fora, e se ele tiver a intenção de apenas ganhar o debate pior ainda, você vai só perder tempo, pois o ouvinte vai fazer de tudo para estar certo, até apelar no debate, sendo que estas são as primeiras variantes.

A segunda variante do ouvinte é o fato dele não dominar o assunto, aí você vai ter um problemão, pois vai ter que explicar de forma detalhada o assunto para ele te entender, isso se entender. A terceira variante é se ele acha que entende do assunto, aí o caos está armado, pois você vai estar falando com alguém que tem como base apenas o que ele acha e não no que ele se informou, com isso, ele poderá pegar o seu ponto de vista embasado e distorcer, o que é um problema.  

Veja bem, ensinar é uma troca, sendo que quem aprende deve estar aberto a aprender, refletir e chegar a um denominador comum, em um debate, dificilmente existe este espírito. Geralmente quando eu emito a minha opinião eu espero para ver a reação da pessoa, dependendo de como ela recebe a opinião, eu não perco mais tempo.

Eu gosto de ouvir, acho lindo pessoas que sabem do que estão falando, tento sempre respeitar a opinião alheia, mesmo que diferente da minha e convivo com o diferente numa boa. Nem todos com que eu debato ou troco opiniões, concordam comigo ou eu com ele, mas na maioria das vezes nós não apelamos e sabemos como lidar com a opinião oposta, este é o segredo, estes são os que valem a pena debater e conversar, pois existe base a respeito em suas argumentações.

O terceiro pilar é a intenção. Se o motivo do debate é apenas medir ego, estar certo ou ganhar, o debate já está perdido. Sendo que uma boa parte das discussões tem como base este motivo, por isso, ao menor sinal de ego, eu fujo, não perco o meu tempo mesmo. Não gosto de medir ego, gosto de pensar, trocar informações, entender o porquê a pessoa pensa da maneira que pensa e refletir. Ganhar uma discussão é sempre pouco.

Eu já me calei ante assuntos em que eu entendia tudo porque o argumentador não gostava de ouvir. Mas eu também já tive boas conversas, onde o respeito pela pessoa só aumentou.

O oposto é também muito verdadeiro, se a nossa intenção for só ganhar, mostrar que sabemos, é melhor nos calarmos. É um tempo perdido querer nos mostrar só para rebaixar alguém ou mostrar que somos superiores. Cada um tem suas limitações, ninguém sabe de tudo, com isso o respeito é importante a fim de sermos relevantes.

Um dia eu estava falando de um assunto da minha área de estudo com um amigo. A minha opinião era totalmente contrária a dele, mas ao final da minha argumentação ele falou, cara  eu discordo de você, mas também não vou conseguir te responder. Eu já li muito, mas não consigo argumentar, na mesma hora eu me calei e respeitei aquela opinião sincera. Ele prometeu pensar no assunto, e estudar mais ainda para um dia conversar comigo, e eu assenti calado respeitando a limitação que todos nós temos.

Respeito, é esta a base de toda a conversa, quando ele não existe, esqueça de debater. Lembre-se que é uma atitude totalmente infantil querer impor ideias, mesmo que estas sejam ótimas, revolucionárias. O caminho é sempre expor, aprender a dialogar e conviver com a opinião contrária. Por isso, antes de entrar em um debate verifique se existem os três pilares da boa discussão, para que assim você não se incomode e perca o seu tempo com quem quer apenas impor suas ideias a qualquer custo.

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VALORIZE-SE

“Se você não é valorizado, valorize-se”

 Eu sou uma pessoa que está sempre incentivando o próximo a ler e a estudar. Eu sempre acreditei que buscar o hábito da leitura e do estudo é importante para sermos mais conscientes e termos um pensamento mais acurado, além é claro, para termos mais oportunidades, com isso, eu me lembro de um acontecimento.

Em uma antiga empresa no qual trabalhei, incentivei um colega de trabalho a estudar, falei para ele de diversas oportunidades que existia para estudar e buscar conhecimento. No entanto ao invés de se animar o cidadão responde que prefere não estudar, pois na empresa ele não era valorizado, não adiantava ele estudar. Já ouvi isso de muitos e a minha tréplica foi justamente “Por isso mesmo que você deve estudar”.

Alguns esperam ser valorizados em seus locais de trabalho e simplesmente desistem quando isso não acontece.  O que eles não enxergam é que quando não somos valorizados, precisamos buscar ferramentas para que a nossa situação mude, seja na própria empresa ou em outra.

Muitos querem ser valorizados, mas não se preparam para isso. Querem mudar de vida, sem fazer coisa alguma. Querem crescer, mas se mantém fazendo as mesmas coisas.

Se neste momento você está reclamando que ninguém te valoriza, se valorize, busque ferramentas para crescer e mudar de vida. Gosto de uma frase, que já vi sendo atribuída a muita gente, por conta disso não sei ao certo de quem é:

“Insanidade é fazer a mesma coisa e esperar resultados diferentes”

Por isso olhe para frente, busque outros caminhos, sonhe planeje e tente sair do mesmo, pois se você não tomar o primeiro passo, ninguém vai tomar por você.

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TEIMOSIA OU DETERMINAÇÃO – ANA CLAUDIA QUINTANA ARANTES

“Teimosia ou determinação dizem respeito à mesma energia, mas são identificadas somente no fim da história. Se deu errado, era teimosia. Se deus certo, era determinação” (ARANTES, 2019,  44)

Quem me conhece sabe que eu não desisto fácil de algo, sou bem consciente de que o que vale a pena não vem fácil, é preciso lutar, se aperfeiçoar, e persistir. A própria história nos mostra isso, foram inúmeros cientistas, pensadores ou escritores que precisaram insistir e ouvir muitos “nãos”, antes de conseguir sucesso em seus objetivos. Aparte interessante é que são muitos os que insistiram, mas que deram errado, o que faz com que o assunto “teimosia ou determinação” fique interessante.

Eu sempre me preocupei ao entrar em alguma empreitada, em não estar sendo teimoso, em não confundir teimosia com determinação, nunca gostei de quebrar a cara ou ver tudo dar errado. O curioso é que não existe formula e a dúvida acaba colaborando para que insistamos no erro ou até persistamos, conseguindo chegar ao sucesso no objetivo.

 Há muito tempo atrás, quando eu estava entrando na música, eu tinha o sonho de ter uma banda. O problema era que eu era um músico iniciante que queria tocar um estilo musical que exigia que eu já tivesse certa técnica. Uma boa parte dos meus amigos falaram que eu não iria conseguir, mas consegui. Posteriormente passei por uma situação parecida quando montei uma banda e também a maioria dos amigos me falaram que não iria dar certo, mas deu, gravei dois CDs e toquei por muitos lugares no Brasil, não fiquei famoso mundialmente, mas na cena do estilo musical, fomos conhecidos.

Hoje sou músico e uso a mesma força de correr atrás, estudar e me dedicar, também em minha vida acadêmica. A banda serviu para que eu aprendesse a me dedicar e entendesse que certas coisas demandam tempo e estudo, mas poderia ter dado tudo errado, não acha?

O problema é que não fazer por medo de perder é perder duas vezes, pois com certeza em alguns casos, você vai ter que conviver com o sentimento de que você poderia ter tentado e até conseguido.

Eu diria nestes complicados casos, que antes de você embarcar em algo, sendo ele uma empreitada que você sabe que vai dar resultado ou não, pare e tente entender o que vai perder, analise bem o que você está disposto a sacrificar se não conseguir. Você se frustra menos ao entrar em algo com o pé no chão. Eu também diria para você não nutrir tanta expectativa, às vezes você pode até conseguir, mas não da forma que você tinha imaginado, com isso você chega lá, embora um tanto quanto distante de onde planejou.

Quando eu resolvi me empenhar em estudar música eu sabia que o máximo que eu iria perder era tempo e a tristeza de não ter conseguido. Não investi um dinheiro alto, não arrisquei trabalho, nem fiz escolhas que fizesse com que eu ficasse em maus lençóis, era só tempo e tempo perdido com aprendizado é sempre tempo ganho, mesmo que o aprendizado fosse saber que eu não levava jeito para tal coisa, por isso resolvi encarar o projeto. Já embarquei em coisas que eu iria perder muito mais que tempo e resolvi arriscar consciente, tudo vai depender de como você encara a situação. Warren Buffett tem uma frase que eu acho que ajuda muito e resume bem o caso:

“Nunca teste a profundidade do rio com os dois pés”

Tenha sempre o pé no chão e cuidado ao apostar tudo. Sempre entre consciente do quanto você pode perder para não se frustrar e aceite o resultado.

BIBLIOGRAFIA

ARANTES, Ana Claudia Quintana, A morte é um dia que vale a pena viver, E um excelente motivo para se buscar um novo olhar para a vida, Editora Sextante, Rio de Janeiro, 2019

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INSPIRAÇÃO

Sempre gostei de escrever, mas por anos, fui um daqueles que apenas escrevia quando estava inspirado. Com isso, existiam épocas no qual eu ficava sem escrever, não tinha jeito.

Por conta do blog e do fato de querer manter uma regularidade nas postagens, tive que buscar saídas para solucionar a falta de textos para quando eu não estivesse inspirado. Sendo que uma das saídas mais óbvias foi ter uma reserva para estas ocasiões, com isso, precisei começar a escrever como louco, buscando assim construir tal reserva e foi em meio a esta empreitada louca que eu descobri algumas lições importantes.

A primeira grande lição foi começar. Parece algo bobo, mas não é, aprender a começar é uma das lições que mais temos que cultivar e a que menos praticamos. Sempre estamos esperando a hora certa, o momento propício, a hora em que o vento vai soprar uma motivação adequada. A grande questão, para quem vive nestes dias hiperconectados, é que temos estímulos demais e a toda hora, com isso, começar se torna uma missão quase impossível, por isso aprenda a começar. Tenha foco e entenda aonde você quer chegar. Saber aonde se quer chegar já é um meio caminho andado para termos motivação e não cedermos aos estímulos externos.

A segunda grande lição foi entender que muitas vezes a inspiração vem depois que começamos. Quase sempre depois que eu comecei a escrever ou compor, a inspiração veio e eu consegui materializar a ideia. Algumas vezes após começar, acabamos por ter outras ideias, com isso, a produção ser tornava profícua, dando ótimos resultados.

Entenda que escrever é uma pratica, um hábito que você cultiva tendo uma regularidade em sua vida. Quanto mais você escreve mais fica fácil e mais ideias vêm a mente. Sem insistência, estudo e prática, não evoluímos e nem melhoramos. E isso serve para tudo, seja escrita, leitura ou praticar um instrumento, tudo começa com a regularidade da prática, do quanto tempo você dedica a fazer aquela determinada coisa.

Por isso comece com textos pequenos, escreva sem se preocupar com a concordância verbal ou com as palavras. Esboce a tua ideia e deixe para corrigir depois. Com o tempo tudo vai acontecer no automático, “a prática leva à perfeição”, como diz o conhecido ditado popular, é praticando que chegamos em algum lugar.

Não deixe que a inspiração mande no seu projeto, entenda que muitas vezes a inspiração só vai vir quando você começar a fazer. Planeje o seu dia, aprenda a começar e comece aos poucos, que de repente a inspiração aparecerá como um convidado inesperado. É evidente que algumas vezes a inspiração não vem, mas vale a penas manter uma regularidade a fim de cultivar o hábito.

Na dúvida comece, aprenda a ter a persistência, que com o tempo tudo se tornará automático.

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CHEGANDO LÁ!

“Seja você quem for, seja qual for a posição social que você tenha na vida, a mais alta ou a mais baixa, tenha sempre como meta muita força, muita determinação e sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus, que um dia você chega lá. De alguma maneira você chega lá” (Ayrton Senna)

Ouvi está frase em uma de suas entrevistas, eu era muito fã do Ayrton Senna, por sua causa eu nunca perdia uma corrida, lamentei muito a sua morte. O único problema na frase, que inclusive é muito verdadeira, é, onde seria este lá? Qual é o padrão de sucesso para que eu possa concluir se eu cheguei ou não lá? É nesta parte que muitos se perdem.

Alguns acreditam que chegar lá é ter muita grana, outros, que é preciso além de grana, sucesso. Há quem diga que chegar lá é fazer uma boa faculdade, arranjar um ótimo emprego ou até passar em concurso público. E é diante destas opiniões que vemos que o padrão de sucesso é muito genérico.

Chegar lá tem haver com quem você foi e quem você é hoje. É observar o quanto evoluiu, cresceu e aprendeu. É entender o quanto percorreu e aonde quer chegar com os seus planos. Cada um tem o seu “lá”, é por isso que quando ouvimos todas as opiniões, não podemos dizer que elas estão erradas e muito menos que estão certas.

Para Ayrton Senna, “chegar lá” era ser um campeão mundial de Fórmula 1, para outros é conseguir empreender, fazer uma faculdade, conhecer um outro país. É quase impossível chegar a um consenso, pois a questão é ampla e vai depender dos nossos sonhos e aspirações.

O meu “chegar lá” há uns anos atrás era fazer uma faculdade, e eu fiquei feliz quando consegui. Mas eu continuei, queria aprender ainda mais, fazer uma pós-graduação e me aprofundar nos meus conhecimentos, e eu também consegui. É claro que eu não parei, defini mais metas, e com isso sei que ainda tem muito chão, tenho ainda muito degrau para galgar, mas quando eu olho para trás me considero um cara de sucesso, pois alcancei meus objetivos e os tenho alcançado dia a dia. O chegar lá tem muito haver conosco, com o que queremos para a nossa vida, para aí batalharmos e seguirmos o ótimo conselho que Ayrton Senna

Quem sabe de onde saiu e aonde quer chegar certamente chegou lá. Quem aprendeu a definir metas coerentes, sonhos realistas e faz tudo para conseguir sucesso em seus objetivos, entendeu por completo o que é chegar neste desconhecido lugar.

Por isso aprenda a não se comparar com o próximo, se concentre em olhar para si e definir bem como você pode caminhar para a realização dos seus objetivos.

Seja realista, coloque uma boa dose de coragem e garra, aprenda a por os pés no chão, mas também a sonhar. Planeje seus passos e entenda que de pouco em pouco conseguimos avançar. É um passo de cada vez é de degrau a degrau que se obtém sucesso e não se comparando com quem já está bem mais à frente de você.

Você pode não chegar aonde o camarada com mais oportunidade chegou, mas é possível chegar lá, é só ter pé no chão. Você pode não ficar rico, mas pode conseguir um bom salário e viver bem. Você pode não ficar famoso, mas pode ser reconhecido como um ótimo profissional. Não precisamos comprar as ideias glamorosas que o mundo vende, é possível vivermos bem sem uma mansão e uma Ferrari na garagem.

Cada um tem as suas lutas, por isso não diminua quem chegou lá, ninguém sabe o que ele fez para ter sucesso em sua empreitada. Ao mesmo tempo entenda que você não precisa de muito para viver bem, aprenda delimitar um limite, sonhe com metas possíveis, e aprenda a se comparar com o que você foi, e com o que você é hoje. Este é o caminho para se chegar lá, o resto é atalhos sem sentido.

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OS CINCO PONTOS DO ARGUMENTO MEDÍOCRE

A parte ótima de nossos dias é que a comunicação e a informação é possível para todos, basta ter um celular meia boca, que você já consegue ter acesso a notícias, artigos, conteúdos de humor ou fazer elogios e críticas do conforto do seu sofá. E se você é um artista, músico ou escritor, com uma facilidade extrema você consegue postar seu conteúdo e divulgar em suas redes sociais. Está é a maior maravilha do nosso século. A parte ruim destas facilidades todas são os críticos de plantão. Veja bem, eu não tenho problema algum com críticas, aliás, é bom deixar claro que se você quer postar a sua arte na internet, deve estar preparado para as críticas, talvez a minha raiva esteja na forma do qual algumas críticas são feitas.

 É extremamente comum, ainda mais nestes nossos dias polarizados, ver gente defender seus pontos de vistas com argumentos tão fracos e contraditórios, que até perdemos o ânimo de responder. Não somos perfeitos, muito menos sabemos de tudo, mas a forma como você argumenta e se expressa diz muito sobre você, mostra de onde parte sua forma de pensar e como você defende seus pontos de vista. O objetivo deste texto é justamente mostrar alguns argumentos simplistas, apresentar as piores falhas e dar um caminho mais inteligente para um bom argumento.

Primeiro: argumentos sem fontes confiáveis. Certo dia um amigo postou uma notícia, junto com uma crítica, sobre algumas medidas que o governo atual estava tomando, o texto do compartilhamento era totalmente indignado, ele descia lenha no governo atual. Quando eu entrei para ler a notícia, fiz o que sempre faço antes de ler, fui ver de quando era aquela notícia e notei que era de dois anos atrás, as medidas tomadas pelo governo era da gestão passada, o cara não percebeu e atribuiu a nova gestão.

Cuidado antes de ler uma notícia, cuidado quando usar uma notícia para fundamentar seu ponto de vista, tal qual este meu amigo. Você pode estar usando uma notícia antiga, ultrapassada, ou pior, pode estar usando artigos sem fontes confiáveis e coerentes.

Observe sempre de onde o autor do artigo tirou suas fontes de pesquisa, veja suas bibliografias, a data e se ele tem domínio do assunto antes de compartilhar.

Segundo: argumentos que criticam pessoas e não ideias. Entenda, você pode até não gostar de determinada pessoa, mas quando você vai analisar um argumento você deve levar em consideração apenas o argumento e não a pessoa. Bons argumentadores criticam ideias e não pessoas, argumentos que têm como base criticar pessoas, sem expor suas ideias e opiniões são argumentos sem sentido, baseado em emoções, sem fundamentação alguma. Gostando ou não do sujeito, quando uma verdade ou um bom ponto de vista é discorrido, você deve respeitar e pensar sobre isso. O oposto é também bem verdadeiro, quando uma pessoa relevante falar uma bobagem, você não deve acatar só porque ela é relevante ou uma boa pessoa, ninguém é perfeito, estamos sujeitos a cair em erros e contradições, normal, quem somos não define bons ou maus argumentos, se concentre sempre em ideias.

Uma vez compartilhei uma frase muito profunda de um ateu, a frase era sobre “guardar ressentimento”, uma amiga não gostou porque o autor não era cristão, mas a frase era ótima, muito cristã, resumia muito bem o perigo de se guardar rancor. Uma frase verdadeira é por si só verdadeira, não deixa de ser coerente só porque a pessoa não é boa gente ou não tem a mesma fé que a gente, não se esqueça de que a verdade é verdade e ponto final, aprenda isso e se liberte.

Terceiro: generalizar. Existe um ditado que diz que “toda a generalização é burra”, uma frase bem verdadeira, pois quem generaliza, coloca todo mundo no mesmo pacote, tirando uma conclusão geral sem qualquer reflexão e coesão.

Certa vez, a convite de uma amiga, fui tocar em uma igreja bem tradicional em uma cantata de natal. Cheguei lá todo receoso, preparado para ouvir do pastor um monte de coisas, já que na época eu tinha piercings e tatuagem. O que aconteceu foi justamente o contrário, fui muito bem recebido pelo pastor e ainda fui convidado a tocar algumas músicas na abertura do culto. Eu na época generalizei, achei que todos os pastores daquela denominação eram legalistas, aprendi da melhor forma que não.

Generalizar não é inteligente, faz com que tenhamos conclusões infundadas, pois nem todos erram da mesma forma. Não é porque um tipo de pessoa errou com você que todos daquele meio errarão. Aprenda que nem todo o político é ladrão, nem todo o funcionário público atende mal, nem todo o rico é metido, nem todo o pastor é dinheirista e nem todo o padre é pedófilo. Cada um é cada um e na hora de argumentar, fugir destes pensamentos engessados é básico para que a nossa argumentação não se perca no limbo da burrice.

Quarto: argumentos sem conteúdo. É preciso ter conhecimento do assunto para se discutir ou argumentar sobre algo. Falar de coisas que mal conhecemos é o caminho para o equívoco. Nesta internet da vida, já vi gente falar cada bobagens sobre assuntos que eu conhecia bem, que beirava o ridículo.

Não fale do que você não sabe, não discuta sobre o que você somente acha, conheça o assunto antes de opinar, aprenda a argumentar em cima de provas, notícias ou fatos concretos. E acima de tudo, quando for pesquisar sobre certos assuntos, ouça os dois lados da argumentação antes de tirar uma conclusão. Aprenda a duvidar, a pensar e duvidar novamente, por sermos fadados a falhas, temos que ter sempre um pé atrás.

Quinto: aprenda a ter humildade. Um sábio é humilde, entende seus limites e sabe que pode estar equivocado a qualquer momento. Por isso ele ouve, presta atenção no próximo e discute em cima de conclusões confiáveis.

Ninguém nasceu sabendo e ninguém é onisciente, somos falhos, sujeitos a erros e más interpretações, por isso seja humilde e cresça com isso.

Eu não perco mais o meu tempo discutindo em qualquer lugar, aprendi que nem todos querem te ouvir, por isso, as vezes me calo para não me incomodar, e gastar a minha saliva a toa. Ainda assim eu sei bem que mais dia ou menos dia precisaremos argumentar, falar sobre o que acreditamos, seja onde for, por isso, tento sempre ser mais assertivo para não dar tiro fora do alvo.

Melhore seus argumentos e deixe que ele fale por si. Não se exalte, não se vitimize e não tente impor seus pontos de vista a força com quem quer que seja, aprenda a não ser chato e também a não ser aquele tipo de pessoa que em nome de estar certo fala qualquer coisa só para vencer o debate.

Reflita, não queira ganhar a discussão a todo o momento e aprenda a ouvir. As vezes no âmago de ganhar a conversa, perdemos um amigo, e nada vale mais do que um bom amigo. E a cima de tudo, “as vezes o melhor argumento é o silêncio”, alguns debates não valem o tempo perdido.

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O PODER DO FRACASSO

Já fracassou ao ponto de não ter mais saída? Já passou por situações onde os problemas lhe acusavam de incompetente? Você já sentiu o gosto da frase, “você não é capaz?” Eu já, inúmeras vezes.

Eu sei fracassar mais do que ser vitorioso, acredite nisso. Talvez por sempre estar tentando coisas novas eu acabo por quebrar a cara com constância, sei bem o gosto do fracasso e dos benefícios que a frustração nos traz, por isso não me deixo abater pela derrota, ou, como diz Artur Xexéo: “Não deixo o fracasso subir a cabeça”.

O fracasso, algumas vezes, nos joga no fundo do poço, faz com que tenhamos que lidar com o sentimento de incompetência ou que tenhamos que começar tudo de novo, além de termos que lidar com todos os sentimentos que a derrota nos traz.

Já fui alvo de algumas zombarias veladas ante o fracasso e até de algumas explícitas, acredite em mim. Já tive que lidar com a minha incompetência e ser visto como um nada, um incapaz ante as pessoas. Não é fácil, entretanto foi no fracasso que aprendi inúmeras lições.

A primeira lição foi sobre a própria infalibilidade. Desde novos ouvimos que não somos perfeitos, que cada um tem as suas falhas, mas é só durante o fracasso que entendemos isso de uma forma realmente clara.

Somos falhos, somos limitados e muitas vezes embarcamos em empreitadas com uma visão encurtada. Só amplia o seu ponto de vista quem fracassa, quem quebra a cara e entende quem realmente é. É fracassando que nos aprimoramos, é na derrota que enxergamos as possibilidades. Há quem diga que Thomas Edison, o inventor que tentou mais de 1000 vezes até conseguir inventar a Lâmpada, disse que não fracassou nenhuma vez, ele apenas descobriu as 999 maneiras da Lâmpada não funcionar, eu não sei se foi isso que aconteceu comigo nestes inúmeros fracasso, apenas só sei que aprendi muito.

A segunda lição que o fracasso nos traz é a própria empatia. É durante a derrota que a prendemos a sentir a dor do outro, que acabamos por ter mais paciência, que ajudamos mais do que atrapalhar. O fracasso une as pessoas, constrói propósitos e resoluções. A derrota nos deixa mais humanos, capazes de ver o próximo como igual.

Não somos superiores e por mais que alguns sejam mais inteligentes do que outros, ninguém tem o direito de passar por cima do outro por conta disso. O fracasso nos faz ter esta consciência, nos deixa com o pé no chão e mais empático, o fracasso faz do homem mais homem, tornando sua vida mais construtiva, que egoísta e destrutiva.

A perseverança é a terceira lição, sendo que entender que nem tudo acontece de primeira é básico para que possamos amadurecer. Persevere, aprenda a enxergar os seus equívocos e prossiga. Ganha apenas quem tem o poder de aprender, quem tem a capacidade de cair e se levantar.

Você vai se impressionar quando descobrir que muita gente talentosa só chegou lá pela persistência. Nem todos têm o dom natural para a coisa e por mais que alguns tenham, praticar e estudar é básico para nos desenvolvermos, por isso que a persistência é importante. Nem tudo vem de graça, tudo custa algo, chega lá quem persiste.

 Mas o fracasso nos traz uma quarta lição, que é recomeçar de uma forma melhor. As vezes, no afã de realizar algo, tapamos nossos ouvidos para os avisos, dicas e opiniões, seguimos cegos e acabamos por não ver o nosso erro. O fracasso é uma ótima oportunidade para começar da maneira certa, de aprender o que dá errado e seguir para o que dá certo.

Recomeçar nunca é fácil, mas é preciso aprender, só é preciso um pouco de humildade e paciência, entendendo que nem tudo é do nosso jeito e também que o mundo não gira em torno do nosso umbigo.

O fracasso é poderoso, principalmente para aquele que não é adepto do coitadismo, para aquele que não tem medo de recomeçar e tentar mais uma vez.

Nem tudo é da nossa maneira, nem tudo o que fazemos dá certo, por isso que a humildade é básica para uma empreitada de sucesso, por isso persevere, aprenda com o erro e prossiga transformando o fracasso em momentos de aprendizado.

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PRIORIDADE

Mario Sergio Cortella em um de seus vídeos, sendo ele um fragmento da palestra de lançamento do seu livro: “Família, urgências e turbulências” fala algo curioso sobre prioridade, uma coisa no qual eu já tinha esquecido: “Prioridade é uma coisa que não existe no plural, se eu disser que tenho duas prioridades é porque eu não tenho nenhuma, pois a palavra prioridade exige ser exclusiva”. Prontamente fui consultar o dicionário a fim de conferir a veracidade de sua afirmação e encontrei a seguinte interpretação da palavra prioridade:

“Condição do que ocorre em primeiro lugar; o primeiro em relação aos demais. Estado de quem ou do que ocupa o primeiro lugar” (dicio)

Ou seja, é impossível termos duas prioridades, ou temos uma prioridade ou nenhuma, conforme de forma muito coesa afirmou Cortella.

Tenho aprendido que as famosas listinhas de metas não são besteiras, colocar no papel nossos planos é o caminho para poder visualizar nossos objetivos e procurar as ferramentas certas para realizar.

Entender que não existe prioridades e sim prioridade é ter um mente que para realizarmos algo,  uma coisa que realmente funcione e vale a pena, temos que nos dedicamos a uma coisa de cada vez. Você já teve um monte de planos e ideias onde no final acabou por não fazer nada?  Então, provavelmente você não teve uma prioridade, por isso nada foi para frente.

Quando eu comecei o Hawthorn, minha antiga banda, na época eu a coloquei como prioridade até ver a coisa funcionando, a mesma coisa foi o blog. Sendo que hoje, por estar bem organizado, ele funciona de modo automático, ainda mais que ele é uma extensão dos meus estudos e pesquisas.

Por isso pontue bem seus planos e aprenda a executar um de cada vez, coloque no papel seus projetos e dê prioridade para o empreendimento mais relevante, até a conclusão, ou o andamento do projeto. É claro, eu não faço apenas uma coisa na minha vida, tenho muitos projetos e sonhos, mas para fazer com que algo funcione, eu me dedico 100%. Eu tenho uma prioridade apesar de fazer muitas coisas, e é esta prioridade que deve estar sempre bem pontuada e na frente de tudo.

Por isso respire o que você quer fazer, viva seu projeto, dê prioridade máxima até ver aquilo ganhar vida e força. Aí pouco a pouco, sem pressa alguma, é possível vermos nossos planos ganhar vida, projetos pessoais sair do papel, sonhos ganhar os contornos da realidade.

Penso ser este o melhor caminho para não nos perdermos no desânimo, para não começarmos algo e logo largarmos no mar dos planos fracassados.

 

BIBLIOGRAFIA

https://www.dicio.com.br/prioridade

 

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