O MEDO DE RECONHECER ERROS: O CÓDIGO DA INTELIGÊNCIA: AUGUSTO CURY

Todo mundo erra, entenda isso e se liberte com esta verdade. O que vai definir quem somos e o quanto aprendemos com nossos erros é como encaramos (ou não encaramos) este fato.

“O medo de reconhecer erros é, acima de tudo, o medo de se assumir como um ser humano com suas imperfeições, defeitos, fragilidades, estupidez, incoerência” (CURY, 2008, p. 53).

Quem não reconhece seus erros não muda, como já falei muito neste blog, quem não se vê como humano, imperfeito, sujeito a erros não cresce. E eu considero esta terceira armadilha da mente como uma das piores.

“Reconhecer nossas debilidades, entrar em contato de maneira nua e crua com nossa realidade, não é apenas um passo fundamental para oxigenar a inteligência, reeditar nossa memória e superar nossos conflitos, mas também para mergulharmos nas águas de descanso, para bebermos das fontes mais excelentes da tranquilidade” (CURY, 2008, p. 57).

Portanto relaxe, aprenda a lidar com os erros, confesse-os e mude. E acima de tudo, esteja pronto a rever os seus pontos de vista e reconhecer alguns equívocos neles se assim for preciso.

O que podemos aprender com este capítulo do livro e com esta perigosa armadilha da mente é que somos seres finitos, sujeito a erros, reconhecer isso é viver uma vida mais leve e de eterno aprendizado.

Não somos seres que sabem de tudo, muito menos indivíduos perfeitos sem erro algum. Errar é humano, como bem diz o ditado, mas reconhecer o erro é caminhar para a mudança.

Então olhe para frente, aprenda a engolir seu orgulho e caminhar para o novo, só muda quem reconhece o erro e busca o aperfeiçoamento.

BIBLIOGRAFIA

CURY, Augusto, O Código da Inteligência, A formação de mentes brilhantes e a busca pela excelência emocional e profissional, Editora Thomas Nelson Brasil, Rio de Janeiro, 2008.

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